quarta-feira, 26 de novembro de 2008

é uma roda viva...


é uma roda viva...
as situações por diferentes que pareçam são genuinamente as mesmas...
são as mesmas, porque não as sabemos resolver...
e então, todo o movimento circular é o que comanda
tens de fazer outra vez!!
erras-te.
tens agora aqui a possibilidade de acertar.
é uma roda viva...
não morre enquanto não se lhe der o fim...
mas como saber o fim esperado?
não será a roldana a dar as coordenadas?
porque é que temos de estar em todo o processo?
devemos...queremos...ou não sabemos que estamos??
dor e mais dor... um pouco de paz... dor e mais dor... um pouco de paz
equilíbrio frenético este!!!
é ela... é ela, a roldana que nos faz viver...
e a esperança de que a dor passe fá-la eterna...
é viva, dói e ensina.
aprendam vivendo.

sábado, 8 de novembro de 2008

pela última vez.

és um querido amigo.
és um companheiro de risos e de lamúrias.
meu querido e terno amigo, tenho pra ti a amizade.

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

aqui.


sinto-me tão frágil que uma pequena bisa me transformará em mil pedaços...
tão só, que a própria solidão repara.
tão triste, que a própria tristeza chora.
tão pobre que a própria pobreza grita de dor.
agonizo.
hoje agonizo.
cada instante é dilacerante.
estou perdida meste mar de dor.
sou achada, neste manto de tristezas vãs.
aqui confino.
aqui morro.
aqui perco.

terça-feira, 4 de novembro de 2008

Franquesa,prefiro.


em que acreditar...
como o faço?
o que me leva acreditar no que me dizem!!!?
a confiança!!?
e o que é a confiança?
é depender única e exclusivamente do que outro diz,pensa e sente?
e o que diz, será verdade?
e o que é a verdade?
como saber realmente?
tudo não passa dum plano imaginário.
tudo não passa duma realidade construída pelo outro.
a única saída é acreditar nela ou não.
e isso mantém-me num plano de confiança!!?
mantém a verdade?
prefiro a franqueza.
para mim é mais pura e crua.
não deixa espaço pra a imaginação e para a divagação.
comigo, usem de franquesa.

domingo, 2 de novembro de 2008

como viver.


como viver a vida.
como dar-lhe significado e valor?
às vezes, dou por mim sem qualquer capacidade de lhe atribuir valor.
como podemos ficar tão vazios? tão secos? ocos.
esperamos tudo de bom, queremos tudo já.
não! temos de parar!!
sentir.
recolham-se.
sintam-se.
conversem convosco.
temos de nos dar atenção.
e nessa procura feita dentro de cada um de nós, está toda a razão da vida.
aí, vamos encontrar as nossas respostas, as nossas escolhas, os nossos valores.
depois devemos dar-lhes sentido.
é difícil? é.
dou por mim a tentar vezes sem conta, sem sucesso.
mas só vivendo e sentindo-me é que encontro o trilho pra mim e para ti.
vou escutar-me, vou sentir-me e depois trago este meu eu à vida.
um eu, certo, constituído e menos duvidoso.
a tarefa é ardua.
tentem, não desistam, façam como eu.
vivam.

ihhiihihh