quarta-feira, 10 de outubro de 2007

sim... vi-te bem pertinho...


Entrevista com David Fonseca: Num sonho sempre pop... por Pedro Figueiredo .

«Dreams in Colour» marca o regresso aos originais de David Fonseca. Terceiro registo a solo, a novidade marca uma assumida vontade em escrever canções mais próximas da pop enquanto género de festa. De cor, de luzes, de sonhos. Não só por isso mas também, «Dreams in Colour» é o melhor disco a solo de David Fonseca. Em discurso directo, o músico não hesita em considerar-se um melómano inveterado, e cada vez mais interessado na procura da canção pop perfeita.
Com os Silence 4, David Fonseca registou dois trabalhos de originais. Com os Humanos, um único trabalho foi suficiente para deixar marca no panorama musical português. A solo, este é já o terceiro tomo de um projecto que, a cada novo momento, parece ser o da total afirmação pessoal e profissional. «Sempre me vi como um homem de carreira, apesar de sempre achar que a qualquer altura poderia deixar de ser músico. Os Silence 4 são a minha carreira também, apesar da banda ter finado actividades. Por incrível que isto possa parecer, considero o «Dreams in Colour» o meu quinto álbum de originais, com uma grande aventura [Humanos] pelo meio. O meu primeiro disco a solo surgiu porque não havia mesmo outra hipótese. Tinha uma série de músicas, e percebi que as tinha de editar. E foi aí que decidi se ia ser realmente músico ou não, algo que agora é cada vez mais claro em mim. Agora sei totalmente para onde quero ir, o que quero fazer. Sinto-me cada vez mais confortável, mesmo sentindo que tudo isto é sempre uma aventura.»
«Dreams in Colour» sucede a «Our Hearts Will Beat as One», disco que trouxe uma série de marcas no percurso do músico.«Por incrível que pareça já passaram dois anos desde esse disco, e foram dois anos praticamente sem pausas. Gostei muito de tocar esse trabalho ao vivo, e a meu ver houve duas partes distintas do meu espectáculo dessa digressão: o antes e o depois do concerto da Aula Magna. O «Dreams in Colour» surgiu muito por culpa da necessidade de fazer um espectáculo diferente, de tocar coisas novas. O South by Southwest [Festival nos EUA onde David Fonseca actuou] deu-me também uma força muito especial. Vim de lá realmente empolgado e decidido a meter mãos ao trabalho para o «Dreams in Colour» ganhar real forma. Adorei essa experiência e hei-de lá voltar certamente, nem que seja como espectador.»
Sonhos. A cores ou não. Antes da explicação do conceito, a pergunta que se impõe: será David Fonseca uma pessoa que sonha muito? «Sonho, mas coisas péssimas. Nem sonhos eróticos tenho (risos). Tenho uma tendência curiosa para sonhar com pessoas decapitadas, muito sangue, coisas realmente mórbidas. Sonhos a cores, especialmente o vermelho do sangue (risos). Mais a sério, a ideia dos sonhos neste disco surgiu como uma ideia de abstracção, isto é, as pessoas sonham coisas isoladas, momentos diversos, mas existe todo um fundo comum que une todos estes elementos. Depois, acho que nunca tentei tanto que esta abstracção fizesse sentido num universo pop. Cada vez mais percebo que a música pop une uma série de vivências e sensações, ideias que eu havia explorado pouco até aqui. O conceito de festa, por exemplo, já havia sido explorado isoladamente em canções como o «The 80's», mas aqui houve um muito maior foco nesse sentido. Existe aqui uma toada mais optimista, na maioria dos casos, mesmo que a melancolia seja um dado presente em quase todas as minhas canções. Para o bem ou para o mal, eu vejo a minha música como impossível de perder essa toada.»
Menção final para a felicíssima versão de «Rocket Man», de Elton John. Momento decisivo em «Dreams in Colour» pois sintetiza uma vontade melómana de David Fonseca em agrada, em primeira instância, a si mesmo. «A escolha por este tema do Elton John surgiu de uma forma muito mais simples do que o que se possa imaginar. Tenho em mim uma vertente muito melómana que me leva a fazer uma série de versões ao vivo. Para este disco coloquei logo de parte gravar em estúdio uma das faixas que havíamos tocado ao vivo, acho que não fazia sentido. O «Rocket Man» é uma canção da qual sempre gostei imenso, e que tem para mim uma frase chave que me diz muito pessoalmente: «I'm not the man they think I at home». A ideia de a gravar surgiu ao falar com alguns amigos num jantar, não faço ideia porquê levantei-me e disse que ia fazer essa versão no meu próximo disco. O curioso é que não sei mesmo porque é que disse isso (risos).»
Fui ve-lo ao funchal... adorei.... aqui ficam as minhas fotos como testemunho ...











segunda-feira, 1 de outubro de 2007

Clipe da música Mulheres com Martinho da Vila

como o sr. diz "ja tive mulheres de todas a cores" ... cores essas que pintam o mundo que temos... um beijinho ... fiquei na saudade... hihiihi

Tindersticks - Dying Slowly

ninguém a face da terra vos substitui...jamais tindersticks forever

David Fonseca Superstars

sim vou estar lá pra te ver e sonharrrrrrrrrrrrrr...
do you remenber me... you and me like superstars

Jorge Palma - Encosta-te a Mim

sim tu ... encostas-te a mim

quinta-feira, 27 de setembro de 2007

sexta-feira, 21 de setembro de 2007

faço ou não façooooooooooooooooooooooo!!!!!???


como devem reparar... adoro elefantes e o ganesha... penso (pois ainda estou completamente assaltada por dúvidas e indecisões..) fazer esta tatuagem...que acham??? digam qualquer coisa ... animem ou desanimem mas digam alguma coisa... pleaseeeeeeeeeeeeeeeeeee...

quinta-feira, 20 de setembro de 2007

sábado, 8 de setembro de 2007

NUMA TARDE DE VERÃO...



SEI QUE QUERES OUTRO TEMA MAS AINDA N CONSEGUI...ESPERO QUE GOSTES...

quarta-feira, 13 de junho de 2007

Porto Santo... Santo ...mesmo

A ilha do Porto Santo foi descoberta, em 1418, pelos portugueses, João Gonçalves Zarco, Tristão Vaz Teixeira e Bartolomeu Perestrelo, mais tarde, designado primeiro Capitão Donatário desta ilha.Alguns anos mais tarde, Cristóvão Colombo, passou algum tempo na ilha, tendo casado com uma das filhas de Bartolomeu Perestrelo.
Doado em 1446 por D. Henrique a Bartolomeu Perestrelo, o Porto Santo foi elevado a concelho em 1835.
Em Agosto de 1996 a sua capital, Vila Baleira, foi elevada à categoria de cidade.Existem duas teorias na atribuição do topónimo " Porto Santo" à ilha, semelhantes no acontecimento que originou o nome, mas com dados diferentes relativamente à data e origem dos navegantes.Conta uma lenda popular que remonta a 1418, que João Gonçalves Zarco e restantes navegadores, ter-lhe-iam dado tal nome pelo facto de a ilha lhes ter servido de refúgio no decurso de uma terrível tempestade. Já a segunda versão, historicamente sustentada, aponta que, ainda na Baixa Idade Média, uma embarcação teria encontrado porto seguro nesta ilha, depois de uma violenta tempestade. Assim sendo, confirma-se que antes dos portugueses terem iniciado o seu povoamento em 1418, já a ilha tinha sido baptizada com o nome de Porto Santo.Certa é a data que marcou a chegada ao Porto Santo dos portugueses, Zarco e Tristão Vaz Teixeira - 1418.
Com essa viagem e nesta ilha marcaram o início dos descobrimentos ultramarinos.
Outro importante dado histórico da ilha, constitui o facto de Cristóvão Colombo nela ter habitado, após o seu casamento com Filipa Moniz, filha de Bartolomeu Perestrelo. Numa casa situada no centro de Vila Baleira, hoje Casa Museu Cristóvão Colombo, o navegador genovês preparou a viagem da Descoberta da América.
O Porto Santo é uma ilha de rara beleza bem distinta da ilha da Madeira, apesar da sua proximidade geográfica.O seu ex-libris é uma praia de nove quilómetros de extensão, banhada por um mar deliciosamente calmo, límpido e profundamente azul. Devido à sua paisagem árida, em que predominam os tons quentes de amarelo e castanho, é conhecida como a “ilha dourada”.
























terça-feira, 22 de maio de 2007

ELEPHANTIDAE ... ADMIRE ...PROTEJA ... AME







Elephantidae é uma família de mamíferos proboscídeos elefantídeos, de grande porte, do qual há três espécies no mundo atual, duas africanas (Loxodonta sp.) e uma asiática (Elephas sp.). Há ainda os mamutes (Mammuthus sp.), hoje extintos.
Até recentemente, acreditava-se que havia apenas duas espécies vivas de elefantes, o elefante africano e o elefante asiático, uma espécie menor. Entretanto, estudos recentes de
DNA sugerem que havia, na verdade, duas espécies de elefante africano: Loxodonta africana, da savana, e Loxodonta cyclotis, que vive nas florestas. Os elefantes são os maiores animais terrestres da actualidade pesando até 12 toneladas e medindo em média quatro metros de altura. As suas características mais distintivas são as presas de marfim.Os elefantes são animais herbívoros, alimentando-se de ervas, gramíneas, frutas e folhas de árvores. Dado o seu tamanho, um elefante adulto pode ingerir entre 70 a 150 kg de alimentos por dia. As fémeas vivem em manadas de 10 a 15 animais, lideradas por uma matriarca, compostas por várias reprodutoras e crias de variadas idades. O período de gestação é longo (20 a 22 meses), assim como o desenvolvimento do animal que leva anos a atingir a idade adulta. Os filhotes podem nascer com 90 kg. Os machos adolescentes tendem a viver em pequenos bandos e os machos adultos isolados, encontrando-se com as fémeas apenas no período reprodutivo.
Devido ao seu porte, os elefantes têm poucos
predadores. Os elefantes exercem uma forte influência sobre as savanas, pois mantêm árvores e arbustos sob controle, permitindo que pastagens dominem o ambiente. Eles vivem cerca de 60 anos e morrem quando seus molares caem, impedindo que se alimentem de plantas.
Os elefantes
africanos são maiores que as variedades asiáticas e têm orelhas mais desenvolvidas, uma adaptação que permite libertar calor em condições de altas temperaturas. Outra diferença importante é a ausência de presas. Ao longo da história, os elefantes foram utilizados pelo Homem para várias funções, como transporte, entretenimento e guerra. Os elefantes de guerra foram uma peça táctica importante antes da generalização da artilharia, principalmente nos exércitos de Cartago e do Império Persa. Apesar destes usos, o elefante não é um animal doméstico, na medida em que não é criado em cativeiro. Quase todos os elefantes ao serviço do Homem foram ou são animais domados, isto é, nascidos em liberdade e adaptados às várias funções. Os motivos da falta de sucesso da domesticação dos elefantes incluem as despesas elevadas de manutenção, o longo período de gestação e crescimento e o temperamento por vezes violento destes animais. É por causa da sua personalidade que a grande maioria dos animais domados são fémeas; pelo contrário os elefantes de guerra eram exclusivamente machos. Actualmente a população de elefantes africanos é uma espécie em perigo de extinção, segundo a União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais (UICN). Também está registrado no Apêndice I da Convenção sobre o Comércio de Espécies ameaçadas da Fauna e da Flora (CITES), excepto para as populações naqueles países (como Zimbábue e Botsuana) que foram reclassificados no Apêndice II. Os elefantes africanos encontram-se ameaçados pela caça ilegal e perda de seu habitat.


MALDIVAS... AONDE EU QUERIA ESTAR...








A República das Maldivas é um pequeno país insular situado no Oceano Índico ao sudoeste do Sri Lanka e da Índia, ao sul da Ásia, constituido por 1.196 ilhas, das quais 203 são habitadas, localizadas acerca de 450 km ao sul da península do Deccan. A sua única fronteira real é com o território indiano das Laquedivas, a norte, mas são também o mais próximo vizinho do Território Britânico do Oceano Índico, um conjunto de ilhas localizadas a sul das Maldivas.
Estão agrupadas em 26 atóis, cada um possuindo o nome de uma ou duas letras da escrita
Thaana. Deve o seu nome à derivação em sânscrito, em que mal significa milhares e diva, ilha. Então, seu significado é "milhares de ilhas".
A história antiga das Maldivas é obscura. Segundo a lenda maldivia, um príncipe cingalês chamado Koimale encalhou com a sua esposa, filha do rei do Sri Lanka, numa lagoa das Maldivas e dominou a região como o primeiro sultão.
Com o passar dos séculos, as ilhas foram visitadas e influenciadas por marinheiros dos países do
Mar Arábico e dos litorais do Oceano Índico. Os piratas de Mpla, procedentes da costa do Malabar, actualmente o Estado Indiano de Kerala, arrasaram as ilhas. No século XVI, os portugueses subjugaram e dominaram as ilhas por quinze anos (1558 - 1573) antes de serem expulsos pelo herói nacional e depois Sultão, Muhammad Thakurufaanu Al-Azam.
O país foi governado como um
sultanato islâmico independente na maior parte da sua história entre 1153 e 1968. Foi um protetorado britânico desde 1887 até 25 de julho de 1965. Em 1953, por um breve período, se implantou uma república mas o sultanato restabeleceu-se.
Os maldivios seguiam o
budismo antes de se converterem ao Islamismo, esta conversão é explicada em uma controvertida história mitológica acerca de um demónio chamado Rannamaari.
A independência do Reino Unido foi obtida em 1965, seguindo o sultanato por 3 anos mais. Em
11 de novembro de 1968 foi abolido e substituído por uma república.
Em
26 de dezembro de 2004, as ilhas foram devastadas por um tsunâmi, que se seguiu ao Terremoto do Oceâno Índico de 2004, produzindo ondas de 1.2 a 1.5 metros de altura inundando o país quase por completo. Ao 75 pessoas morreram, incluindo seis estrangeiros, e a infra-estrutura destruiu-se por completo em 13 ilhas habitadas e 29 das ilhas turísticas... mas mesmo assim um destino por muitos idealizado...
eu ... já merecia um mês nas maldivas ...