domingo, 14 de janeiro de 2007

QUERIDA E SAUDOSA TERRINHA


SALTO - Cantinho do céu.


Mapa das Freguesias do Concelho de Montalegre.

Freguesia de Salto

Salto, terra do gado Barrosão mais puro, com muito centeio e milho, guardado em belos espigueiros, é a freguesia mais povoada do concelho.
Nas suas aldeias antigas, espalhadas por toda a serra e planuras do Baixo Barroso, vive uma gente laboriosa, alegre, hospitaleira e orgulhosa de ser de Barroso.[Ver mais informação]

Informações Úteis


NOME DA FREGUESIA: Salto

DISTÂNCIA A MONTALEGRE: 41 Km

Nº DE HABITANTES: 2375

ÁREA: 7789ha

POVOAÇÕES: Ameal, Amiar, Beçós, Bessada, Borralha, Bagulhão, Caniço, Carvalho, Cerdeira, Corva, Lodeiro de Arque, Linharelhos, Paredes, Pereira, Pomar da Rainha, Póvoa, Reboreda, Seara, Tabuadela.


Michel Foucault



Um pensador que nunca se deixa capturar por classificações...
Dizia ele "Não me pergunte quem sou e não me diga para permanecer o mesmo".
Um pensador engajado num trabalho crítico do seu presente, de si mesmo, buscando, por meio da genealogia e da arqueologia as rupturas e descontinuidades que engendram as imagens que temos de nós mesmos, dos outros e do mundo, eis Foucault...

Michel Foucault (Poitiers, 15 de outubro de 1926Paris, 26 de junho de 1984) foi um filósofo e professor de História dos Sistemas de Pensamento no Collège de France desde 1970 a 1984.


As suas obras, desde a História da Loucura até a História da sexualidade (a qual não pôde completar devido a sua morte) situam-se dentro de uma filosofia do conhecimento.

As suas teorias sobre o saber, o poder e o sujeito romperam com as concepções modernas destes termos, motivo pelo qual é considerado por certos autores, (contrariando a sua própria opinião de si mesmo), um pós-moderno.

Os seus primeiros trabalhos (História da Loucura, O Nascimento da Clínica, As Palavras e as Coisas, A Arqueologia do Saber) seguem uma linha estruturalista, o que não impede que seja considerado geralmente como um pós-estruturalista devido a obras posteriores como Vigiar e Punir e A História da Sexualidade. Além desses livros, são publicadas hoje em dia transcrições de seus cursos realizados no Collège de France e inúmeras entrevistas, que auxiliam na introdução ao pensamento deste autor.
Foucault trata principalmente do tema do
poder, rompendo com as concepções clássicas deste termo.
Para ele, o poder não pode ser localizado em uma instituição ou no Estado, o que tornaria impossível a "tomada de poder" proposta pelos marxistas.
O poder não é considerado como algo que o indivíduo cede a um soberano (concepção contratual jurídico-política), mas sim como uma relação de forças. Ao ser relação, o poder está em todas as partes, uma pessoa está atravessada por relações de poder, não pode ser considerada independente delas.
Para Foucault, o poder não somente reprime, mas também produz efeitos de verdade e saber, constituindo verdades, práticas e subjetividades.
Para analisar o poder, Foucault estuda o poder disciplinar e o biopoder, e os dispositivos da
loucura e da sexualidade. Para isto, em lugar de uma análise histórica, realiza uma genealogia, um estudo histórico que não busca uma origem única e causal, mas que se baseia no estudo das multiplicidades e das lutas. Também abriu novos campos no estudo da história e da epistemologia.
Em junho de 1984, em função de complicações provocadas pela SIDA
, Foucault tem septicemia, o que o leva à morte por supuração cerebral.

[editar] Obras
Doença Mental e Psicologia,
1954;
História da loucura na idade clássica,
1961;
Nascimento da clínica,
1963;
As palavras e as coisas,
1966;
Arqueologia do saber,
1969;
Vigiar e punir,
1975;
História da sexualidade:
A vontade de saber,
1976;
O uso dos prazeres,
1984;
O Cuidado de Si,
1984;








Frida Kahlo - Self portrait.

BIOGRAFIA

Para se entender as pinturas de Frida Kahlo é necessário conhecer a sua vida.
Frida Nasceu em 1907 no México, mas gostava de declarar-se filha da revolução ao dizer que havia nascido em 1910. A Sua vida sempre foi marcada por grandes tragédias; aos seis anos contraiu poliomelite, o que a deixou coxa. Já havia superado essa deficiência quando o autocarro em que passeava chocou contra um pilar. Sofreu multiplas fraturas e uma barra de ferro travessou-a entrando pela bacia e saindo pela vagina. Por causa deste último fez várias cirurgias e ficou muito tempo presa a uma cama.
Começou a pintar durante a convalescença, quando a mãe pendurou um espelho em cima da sau cama.
Frida sempre se pintou a si mesma: "Eu pinto-me porque estou muitas vezes sozinha e porque sou o assunto que conheço melhor". Pinta as suas angustias, suas vivências, seus medos e principalmente o seu amor pelo marido Diego Rivera.
A sua vida com o marido sempre foi bastante tumultuada. Diego tinha muitas amantes e Frida não ficava atrás, compensava as traições do marido com amantes de ambos os sexos. A maior dor de Frida foi a impossibilidade de ter filhos (embora tenha engravidado mais de uma vez, o acidente a impossibilitara de levar uma gestação até o final), o que ficou claro em muitos dos seus quadros.
Os seus quadros refletiam o momento pelo qual passava e, embora fossem bastante "fortes", não eram surrealistas: "Pensaram que eu era surrealista, mas nunca fui. Nunca pintei sonhos, só pintei a minha própria realidade". Frida contraiu uma pneumonia e morreu em 1954 de emboliapulmonar, mas no seu diário a última frase causa dúvidas: "Espero alegremente a saída - e espero nunca mais voltar - Frida".
Talvez Frida não suportasse mais.

sábado, 13 de janeiro de 2007

se tu viesses ver-me... lindo


Se tu viesses ver-me...

Se tu viesses ver-me hoje à tardinha,
A essa hora dos mágicos cansaços,
Quando a noite de manso se avizinha,
E me prendesses toda nos teus braços...

Quando me lembra: esse sabor que tinha
A tua boca... o eco dos teus passos...
O teu riso de fonte... os teus abraços...
Os teus beijos... a tua mão na minha...

Se tu viesses quando, linda e louca,
Traça as linhas dulcíssimas dum beijo
E é de seda vermelha e canta e ri
E é como um cravo ao sol a minha boca...

Quando os olhos se me cerram de desejo...
E os meus braços se estendem para ti...

Florbela Espanca

O Poetinha dele.... numa das postagens mais antigas, têm Vinicius num dos seus poemas...
posso dizer que é um dos meus favoritos...
leiam...

MANUSCRITO - TOM JOBIM


Bossa Nova ... pra quem não conhece ...deve conhecer
pra quem conhece... um deleite...
é... é mm!!??? um manuscrito dele!!???...
permitam-me
ouçam a ontologia 63/93 dele...
reune a maior parte dos seus trabalhos ... com participação especial de Elis Regina...
um sonho...

quinta-feira, 11 de janeiro de 2007

Vinicius de Moraes

A maior solidão é a do ser que não ama. A maior solidão é a dor do ser que se ausenta, que se defende, que se fecha, que se recusa a participar da vida humana. A maior solidão é a do homem encerrado em si mesmo, no absoluto de si mesmo, o que não dá a quem pede o que ele pode dar de amor, de amizade, de socorro. O maior solitário é o que tem medo de amar, o que tem medo de ferir e ferir-se, o ser casto da mulher, do amigo, do povo, do mundo. Esse queima como uma lâmpada triste, cujo reflexo entristece também tudo em torno. Ele é a angústia do mundo que o reflete. Ele é o que se recusa às verdadeiras fontes de emoção, as que são o patrimônio de todos, e, encerrado em seu duro privilégio, semeia pedras do alto de sua fria e desolada torre.

QUE FIXE TENHO UM BLOG...

ainda bem que fiz este blog pois os meus amigos quando sentirem saudades minhas vão ter a opotunidade de saber o que se passa comigo...é claro que tudo que diga respeito a minha individualidade, foro familiar e pessoal.... lamento mas não me vou pronunciar....
mas de resto espero trocar ideias com todos vôçes...

lindo não é...
acreditem sinto-me assim tantas e tantas vezes...


prometo dar-vos a conhecer também o meu gosto...vão conhecer as minhas telas preferidas e prometo...quando preparada... vão conhecer as minhas...


a minha panasonic com uma lente leica faz de mim um fotografa exímia....

agora que eu comecei sinto o peso da responsabilidade...

meus queridos , digo no plural pk tenho a esperança disto ser lido por alguém...mas um alguém desprovido de contextos muito clássicos.
isto funciona como alerta vão ler parvoíces,malandrices e acima de tudo lamúrias...
pois sim...lamúrias de uma mulher retirada do seu ninho e levada pela necessidade de pagar contas pra uma realidade que muitas vezes, vai para além da física acreditem este lugar transcende-me...em todos os aspectos...
desculpem!!!! mas aqui vou dizer o que não se pode dizer nos corredores ou nas salas...
nem acredito... aqui e com liberdade de expressão... que cheirinho a liberdade...

pois estão na moda os blogs ...

acreditem que eu sou uma abécula nestas coisas da era informática, mas incasquetei e HOJE FIZ O MEU BLOG... espero conseguir fazer algo de jeito se não... delete...