quinta-feira, 3 de abril de 2008

o início da vida...o ventre





Hoje tive contacto com uma dança milenar, que por parecer tão graciosa, leve e sensual, me convencia ser fácil fazê-la...

lá fui eu, ao encontro de um workshop relalizado por uma amiga, que aos sábados de manhã, vai em companhia, de pelo menos, mais duas fãs dançarinas para o funchal, com o principal objectivo de aprender a pôr o ventre a dançar...

a tarde estava solarenga e a disposição oscilatória, mas para meu espanto, ao longo da aprensentação, o entusiasmo foi ficando cada vez mais agudo tal como as dores pelo corpo todo...

acreditem, não há um único músculo que não se mova, é impressionante...

e como se disse, é uma dança que tem de ser executada e aprendida nos seus movimentos de forma isolada, mas é, no seu conjunto, que está a sua imensa beleza e presença.

tive a sensação de que não me mexia à anos, foi terrível...

os movimentos, são mesmo possíveis de se fazer, mas para se contretizarem bem...acreditem, esperam-me anos a fio de prumo...

gostei, não pelo facto de possivelmente poder agradar alguém ,mas pela simplicidade que foi, reconhecer a mulher na total asserção da palavra...

prometo continuar... espero que com menos dores neste meu cárcere e claro com uma enorme vontade de me mimar cada vez mais...


força mulheredo...toca a abanar a anca ...

quarta-feira, 2 de abril de 2008

só eu sei por que não fico cá....


olá !!!

Sei que andei desaparecida e perigosamente nervosa para manifestar qualquer tipo de reflexão e até mesmo crítica ou tema...

o mês anterior foi de muito trabalho e tensão, e da maneira como estão as coisas, a motivação não aparece como o dia para a noite...

Assim, fui uns dias à minha terrinha, estive com a minha família e amigos e adorei.

Fazem-me todos muita falta, preciso deles na minha vida.

Voltei e o meu primeiro dia era ainda uma continuidade da energia recebida....

Recebi e dei afecto, carinho e amizade.

Obrigada meus amores.

Já morro de saudades .

sábado, 9 de fevereiro de 2008

Homem és e deves ser.





tempos confusos estes...


chego a pensar que, o que estamos a viver, é um ciclo obrigatório de retrocesso e auto flagelação passiva...


vejamos se me compreendem...


se repararem, tudo o que fazemos e que ensinamos, pertence a uma herança humana, a qual, quanto a mim ao longo dos anos, tem sido lapidada, limada e construída, por uma necessária relação eu-tu.

assim a história,os tempos, permitiram que o mais forte prosseguisse a sua demanda ...mas que força foi herdada?!!... uma não-força?!! a força manipuladora e persuavisa ?!! uma não-força vazia de espírito humano e obesa de egos?

é curioso como hoje tudo é examinado , julgado e observado sob forças de alguns, imensas tarefas e dívidas têm de ser pagas, mas esquecemo-nos que todos participam da conclusão e teimam em não fazer ideia de como se compõem as premissas da sua própria vida e realidade.

a preguiça mental sustenta a minha ideia de não-força, sustenta a consimeração do eu infeliz...

somos a contradição daquele que entrou em guerra e sobreviveu...

Seremos hoje, o resultado efectivo daqueles que lançaram lanças e não saíram derrotados? seremos aquele que tem em si a resolução dos problemas novos como a chave para esta sociedade tão elevada na esfera do conhecimento exacto e virtual?

acredito em ambas esferas.

O homem perdeu-se de si...

Perdeu a humanidade...

Desitiremos...

Perderemos...

Não seremos...

peço... PENSEM sobre isso.



Esperemos como quem espera pela felicidade, que o dever

SER,ESTAR E EXISTIR,de tal fado nos livre de ser a prova viva.


mas mesmo assim, hoje vivemos fracos e impunes pela nossa falta de reconhecimento do em si mesmo...
dou por mim todos os dias, a fazer a colagens, referências, conhecimentos, comportamentos, do mundo, e entendo a dificuldade de se organizar e gerir tanto conflito e frustração que a vida nos implica ...
mas à máquina é necessária a roldana... ao mundo é necessária a humanidade.
nós somos a necessidade ... para um mundo de humanos...

mas hoje, em muito já não rimos sem interesse, já não abraçamos com vontade de sentir a força que o outro tem, não dizemos que amamos, que dependemos de ânimo leve...


não o dizemos porque ao dizê-lo, não queremos ser o ferido , o vencido o fraco...e,somo-lo na sua mais pura e vazia essência...

hoje peço a este "pseudosuperhumano" que seja um simples humano lançado à sua humanidade...
e digo...
sê, o que sempre foste em potência, em pureza sem lapidação...
sê... e não te tornes no que não és...

amcb.

segunda-feira, 14 de janeiro de 2008

Vanessa da Mata - Amado

meu amado... respira até mim... e comigo perde o fôlego mas fica... pra podermos viver...

sexta-feira, 11 de janeiro de 2008

neste lugar não deveriam morar...









hoje... vivo o que tantos lutaram pra que eu não vivesse....

hoje... vivo, sinto e penso, o que muitos morreram por viver sentir e pensar....

hoje... deixo que a imagem valha mais que as palavras

hoje... trago em mim o despeito e a vergonha de saber que caminhamos pra escuridão de que saímos a tão pouco...

hoje vivo todas estas imagens no lugar onde deveria morar a liberdade...

domingo, 6 de janeiro de 2008

sábado, 5 de janeiro de 2008

da minha janela...






este é o meu último trabalho...

fi-lo nas duas últimas madrugadas...

reconheço que ao vivo é mais interessante...

ou não...

o meu presépio...




como vêm não é dificil ter um presépio em casa...este saiu mt baratinho só têm de ir à gaveta da cozinha... pegar numa folha de papel de alumínio... e zástráz.... um presépio de natal...

este é da minha autoria ... vejam lá se gostam.... hhihihi boas festas...

quinta-feira, 27 de dezembro de 2007

Vanessa da Mata - Não me deixe só

eu gostei de ter voçê...

vanessa da mata - ai ai ai (rmx)

a minha resposta...

Vanessa da Mata e Ben Harper - Boa Sorte / Good Luck

pra ti... sim tu!! (adorei mesmo sendo só palavras)...

segunda-feira, 3 de dezembro de 2007

STRESS=PROFESSOR

"É preciso dizer bem alto que a maioria dos professores do ensino Básico e Secundário faz um notável esforço para que as coisas corram bem" in Revista Xis, Daniel Sampaio obrigada daniel por reconheceres que tal uma temporada por cá ...
Factores stressores na profissão professor:

Condições gerais da profissão.
A pesquisa sobre as condições da envolvente geral da profissão professor é escassa. No entanto, a nossa experiência e o contacto directo com os professores tem revelado que a insegurança de emprego, o desempenho da actividade profissional afastado da área de residência, a mudança constante de escola e as dificuldades de progressão na carreira são, a maioria das vezes, factores que desencadeiam stress na vida dos professores.

Características do trabalho e do papel do professor:
Várias características das tarefas dos professores têm sido destacadas como favorecendo o aparecimento de stress no exercício da sua profissão:

o trabalho excessivo (muitas turmas, elevado número de alunos por turma, diversificados níveis de ensino, carga horária, muitas tarefas administrativas e de coordenação de equipas);

a pressão do tempo, sendo necessário conciliar num tempo limitado um conjunto de tarefas diversificadas e urgentes (aulas, preparação de aulas e avaliações);a realização de tarefas que apelam a competências que o professor considera estarem para além da sua formação (actuar em situações sociais, realizar tarefas administrativas, ensinar alunos com níveis de competência muitos distintos, coordenar equipas, a falta de tempo para estar em harmonia coma asua família aspecto tão necessério para o seu restabelicimento motivacional e humano);

a elevada responsabilidade ou, mais importante, uma certa indefinição de responsabilidade que advém do facto do papel do professor aparecer cada vez menos definido, sendo, por vezes, difícil estabelecer onde começa e acaba a função do professor e a função da família ou da sociedade;

o conflito que, por vezes, surge entre o papel de educador e o de transmissor de conhecimentos (por vezes os professores vêem-se confrontados com a necessidade de utilizar o tempo de aula para analisar e discutir situações problemáticas vividas na turma, mas em simultâneo consideram que esse tempo tem de ser utilizado para dar matéria, não comprometendo o cumprimento do programa da disciplina que leccionam problemas esses que dizem respeito ao papel do pai e da mãe como educadores);

a ausência ou excesso de controlo, nomeadamente a impossibilidade / possibilidade controlada de tomar decisões relacionadas com próprio trabalho, porque a legislação ou regulamento interno da escola especifica qual a actuação do professor em demasia centrada na autoridade e na desumanidade ou então no puro desleixo.

Conflitos interpessoais:
Existe evidência que os conflitos interpessoais podem desencadear stress e respectivas respostas por parte dos professores. Nestes conflitos aparecem com relevo os que existem entre colegas, com os órgãos de gestão, com os pais ou com os alunos, particularmente, desencadeados pela indisciplina ou falta de motivação dos alunos.



Alguns depoimentos reais:

(Como vos compreendo... subscrevo)


“Não me considero, actualmente uma boa gestora do tempo…”
”...deve-se à própria profissão, porque havendo picos de trabalho em certas alturas do ano, comecei a aperceber-me que havia um elevado acumular de tarefas…”
”…há noites mal dormidas, maior irritabilidade, menos paciência para lidar com determinados assuntos e com as pessoas, e dar importância a insignificâncias.” Professora Ana Isabel C. dos Santos Vaz
“À escola hoje em dia exige-se uma resposta satisfatória a uma série de competências que ultrapassam em muito saberes e conhecimentos. Socialmente a escola é responsável pela resolução de problemas (delinquência, toxicodependência, carências económicas, desajustamentos familiares, etc) que lhe são exteriores e que ultrapassam a sua esfera de acção. Ser professor é muito mais do que ser um simples transmissor de conhecimentos.” Professora Ana Maria Antunes Ribeiro da Silva
“Como explicar que os três alunos que olham para mim me façam pôr em causa todo o meu desempenho como professor? Apenas tenho um desejo: que a aula acabe rapidamente. O silêncio intensifica-se! O verbo être é ignorado, as vogais desconhecida.”
Professora Aurora Beatriz. T. Frederique
“No meu caso, o maior problema é mesmo o excesso de trabalho. Não sou capaz de dizer não. Ás vezes é claríssima a sensação de estar a ser usado e abusado. Sucedem-se os fins de semana sem vida social, subordinando a família a esta má gestão (do quê?). Acumulam-se os jornais e os livros para ler…A elasticidade tem limites. Será solução recusar esse trabalho, afinal não obrigatório?!” Professor Carlos M. M. Nascimento
“Tendo em conta que no dia-a-dia para além de ser professora sou também mãe de um rapaz de quatro anos e de uma rapariga de seis, muitas vezes sinto que não consigo fazer o que é preciso, no devido tempo. Para conseguir realizar todas as tarefas de que necessito, com frequência durmo menos horas do que devia e muitas vezes sinto que não consigo dar o melhor de mim e não consigo ter tempo livre para poder andar ao ar livre, actividade que gosto muito.” Professora Engrácia Bernardo
“Na sala de aula, a indisciplina pode representar para o professor uma violência difícil de suportar e ser por isso mesmo um factor primordial de stress no desempenho da sua actividade profissional. “…” Ao ter de lidar com uma gestão de comportamentos complexa e que em diversos casos implica um controlo seguro da sala de aula, o professor vê reduzida a sua disponibilidade para a tarefa de ensinar propriamente dita. Desta forma, a indisciplina da sala de aula condiciona inevitavelmente as oportunidades de ensinar e aprender e constitui um factor impeditivo do processo educativo.” Professora Maria da Conceição A. Vieira Varela
“…numa escola foi muito stressante. Principalmente o último trimestre, uma vez que entrei em conflito com o novo director da escola, o que levou ao meu afastamento.” Professora Maria Filomena M. C. Amorim Galvão
“Surgem, por vezes, dificuldades sérias devido à oposição interpessoal entre os professores, que em níveis razoáveis pode ser benéfica, mas quando toma proporções absurdas, desonestas e desleais, mina de forma negativa qualquer relacionamento e hipótese de avançar com um trabalho cujo destinatário é a Comunidade Escolar.” Professora Teresa Dias

permitam-me aliviar o stresssssssssssssss





só me caso se encontrar igual ou parecido... hihihihi

entretanto vou sentar-me... é que a espera avizinha-se interminável....

sexta-feira, 30 de novembro de 2007

GREVE GREVE GREVEEEEEEEEEEEEEEE

Sinto-me frustrada, limitada,calada,amordaçada,pela força, pela autoridade, pela mesquinhês. Convivo com a falsidade e sinto um turbilhão dentro de mim. A luta contra essa inoquidade é feroz mas vã. hoje "não se pode". Não se pode estar em desacordo com ninguém, tudo é controlado e censurado.Não sou dissimulada. Odeio hipócritas. Odeio-vos com todas as minhas forças. escaravelhos E LACAIOS ministriais.
Hoje estou de GREVE GREVE GREVEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEE

domingo, 25 de novembro de 2007