quarta-feira, 17 de junho de 2009
CAMUS
Mas só há um mundo. A felicidade e o absurdo são dois filhos da mesma terra. São inseparáveis. O erro seria dizer que a felicidade nasce forçosamente da descoberta absurda. Acontece também que o sentimento do absurdo nasça da felicidade. “Acho que tudo está bem”, diz Édipo e essa frase é sagrada. Ressoa no universo altivo e limitado do homem. Ensina que nem tudo está perdido, que nem tudo foi esgotado. Expulsa deste mundo um deus que nele entrara com a insatisfação e o gosto das dores Inúteis. Faz do destino uma questão do homem, que deve ser tratado entre homens. Toda a alegria silenciosa de Sísifo aqui reside. O seu destino pertence-lhe.
(O Mito de Síifo).
(O Mito de Síifo).
segunda-feira, 15 de junho de 2009
eu
hoje tenho pensado sobre tudo...
fico preocupada com o rumo...
estou principalmente preocupada comigo...
não me conheço.
eu não me conheço... e isso assusta-me,surpreende-me e coloca-me num lugar inócuo.
não percebo, a incapacidade face ao que não devo fazer.
não percebo, porque me contradigo e me contrafaço.
por isso vivo a minha humanidade no erro.
erro humano.erro.
humana.
eu errei.
fico preocupada com o rumo...
estou principalmente preocupada comigo...
não me conheço.
eu não me conheço... e isso assusta-me,surpreende-me e coloca-me num lugar inócuo.
não percebo, a incapacidade face ao que não devo fazer.
não percebo, porque me contradigo e me contrafaço.
por isso vivo a minha humanidade no erro.
erro humano.erro.
humana.
eu errei.
quinta-feira, 11 de junho de 2009
o que fazer???
o que fazer quando nos sentimos divididos...
o que fazer qd reconhecemos que n somos nós a fazer as coisas...e elas saiem feitas por nós como se duma escultura se tratasse...
que estrutura é esta que nos leva pra uma acção que realmente não faz parte do nosso espírito!
revejo milhares de vezes o que faço e milhares de vezes reconheço, que n fui eu quem as fiz...
eu ... sim eu...aquela que conheço e sei por onde e como vai...
mas assume meandros que desconheço...
o que fazer qd nós próprios somos a surpresa...
qd somos o próprio limite...
o que me faz correr o risco?
o que me faz n gostar assim tanto!
o que fazer qd reconhecemos que n somos nós a fazer as coisas...e elas saiem feitas por nós como se duma escultura se tratasse...
que estrutura é esta que nos leva pra uma acção que realmente não faz parte do nosso espírito!
revejo milhares de vezes o que faço e milhares de vezes reconheço, que n fui eu quem as fiz...
eu ... sim eu...aquela que conheço e sei por onde e como vai...
mas assume meandros que desconheço...
o que fazer qd nós próprios somos a surpresa...
qd somos o próprio limite...
o que me faz correr o risco?
o que me faz n gostar assim tanto!
terça-feira, 26 de maio de 2009
domingo, 3 de maio de 2009
Mãeeeeeeeeeeee
quinta-feira, 23 de abril de 2009
não sabes o que eu sei de ti.

dei por ti nem sei como...
apareceste como de luz se tratasse...
qd não estás vejo-me as apalpadelas do que sou, do que sinto, e donde estou
és os meu norte.
o meu sal.
a minha bússola.
a minha árvore.
a minha raíz.
és sem o saberes que és...
dei por ti a ires...
dei por ti sem estares...
e estás...
estarás...
serás...
segunda-feira, 20 de abril de 2009
sexta-feira, 17 de abril de 2009
quinta-feira, 16 de abril de 2009
quarta-feira, 15 de abril de 2009
Não se esqueça de mim...

Onde você estiver, não se esqueça de mim
Com quem você estiver não se esqueça de mim
Eu quero apenas estar no seu pensamento
Por um momento pensar que você pensa em mim
Onde você estiver, não se esqueça de mim
Mesmo que exista outro amor que te faça feliz
Se resta, em sua lembrança, um pouco do muito que eu te quis
Onde você estiver, não se esqueça de mim
Eu quero apenas estar no seu pensamento
Por um momento pensar que você pensa em mim
Onde você estiver, não se esqueça de mim
Quando você se lembrar não se esqueça que eu
Que eu não consigo apagar você da minha vida
Onde você estiver não se esqueça de mim
pra ti que tão breve chegaste e foste.
quarta-feira, 8 de abril de 2009
Onde estás?!!...

Levados somos todos, pela vontade...levados somos todos, pelo sonho, e pelo fim da jornada...
A vontade de poder cessar o espírito no repouso do finalmente encontrado é o sarilho.
Seguimos, porque não conseguimos, não saber, o que nos espera além... mas sabemos sempre, que nos trará paz e guerra.
Procuramos sempre o que nos falta e nessa procura, encontramos sempre o que não procuramos...
Tantas vezes o que não queremos vem com a leveza do vento e com inocência perversa, conduz-nos ao beco das vontades...
Teremos nós de deixar de procurar, para encontrar?!!...ou não saberemos nós procurar?
Acredito que não é na procura que se encontra, mas no encontro, a revelação da procura...
Pois, a constância das vontades e dos desejos de plenitude, são farsantes. Iludem-nos na demanda da vida.
Ela, sabe... ela dá com que lidar... com que entreter...brinca e ri. ri da marioneta que cria, que ilude.
Onde estás, tu, que te procuro?... Onde estás, tu, que não te encontro? Onde estás?...
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